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03 junho 2009

Instituição de Junho de 2009

Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Mogadouro
Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Mogadouro, é uma pessoa colectiva de utilidade pública administrativa, com personalidade jurídica e sem fins lucrativos, fundada a 10 de Julho de 1932. Tem a sua sede na Av. Regimento dos Comandos, 23, Freguesia de Mogadouro, Concelho de Mogadouro.
A Associação tem âmbito concelhio, é por natureza e tradição apartidária e não confessional.

FINS

1. A Associação tem como escopo principal a protecção de pessoas e bens, designadamente o socorro a feridos, doentes ou náufragos e a extinção de incêndios, detendo e mantendo em actividade, para o efeito, um corpo de bombeiros voluntários, com observância do definido no regime jurídico dos corpos de bombeiros e demais legislação aplicável.

2. Com estrita observância do seu fim não lucrativo e sem prejuízo do seu escopo principal, a Associação pode desenvolver outras actividades, individualmente ou em associação, com outras pessoas singulares ou colectivas, desde que permitidas por deliberação da Assembleia-geral, nomeadamente:

a) Prestação de cuidados de saúde, actividades desportivas, culturais e recreativas, conducentes a uma melhor preparação física e intelectual dos seus associados, mantendo uma Banda Filarmónica e uma Escola de Música;
b) Actividades de carácter social de apoio e protecção à infância, à juventude, à deficiência e aos idosos ou em qualquer situação de carência que justifique uma actuação pró humanitária.

3. Pode ainda desenvolver outras actividades, a título gratuito ou remunerado, com ou sem fins lucrativos, nomeadamente a prestação de serviços, comerciais ou industriais, individualmente, ou através de parceria, associação ou por qualquer outra forma legalmente prevista, desde que permitidas por deliberação da Assembleia-geral e os lucros dessas actividades revertam para os seus fins estatutários.

PESSOAL
Tem neste momento cerca de 150 efectivos. Tem 18 funcionários, entre motoristas, operadores de central, administrativa e serviços gerais.

03 abril 2009

Instituição de Abril 2009

1. Apresentação


A Juventude Cruz Vermelha representa um programa de voluntariado da Cruz Vermelha, constituído por crianças e jovens dos 8 aos 35 anos dirigindo as suas acções para a mesma faixa etária. Os seus principais objectivos representam-se na sua componente educativa e incide na transmissão de valores, na aquisição de hábitos saudáveis e no processo de integração plena das pessoas, promovendo desde cedo uma participação activa das crianças e jovens, na Instituição e na Sociedade em que se inserem.


Presente em todo o país e ilhas, conta com cerca de 20 voluntárias (os) no concelho de Portalegre.


Qual o papel dos membros da Juventude Cruz Vermelha?
- Difundir a missão da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho, aos seus pares e à comunidade em geral;
- Recrutar novos membros para o Movimento;
- Informar o Movimento das suas necessidades, interesses e capacidades;
- Utilizar os seus contactos pessoais, para identificar áreas onde a acção da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho seja necessária;
- Estar preparado para assumir uma posição de responsabilidade dentro do Movimento.



Embora tenhamos recebido informações de acções realizadas pela Juventude Cruz Vermelha desde 2004, nesta breve caracterização introduziremos apenas as Campanhas e Projectos para 2008/2009.
Campanhas e Projectos para 2008/2009



Campanha A brincar e a jogar, descobre como te alimentar!
Promoção de hábitos alimentares saudáveis, tem como principais objectivos o de prevenir o aparecimento de doenças e transtornos relacionados com a nutrição nas crianças; oferecer informação sobre os diferentes aspectos que integram as condutas alimentares saudáveis; consciencializar os adultos, através dos mais novos, sobre a importância de hábitos alimentares adequados para a sua Saúde; fomentar a participação das crianças em actividades lúdicas, favorecendo a integração e convívio com o seu grupo de pares. Por meio de um jogo os mais novos irão aprender o mais importante para seguir uma dieta adequada e saudável. Destina-se a crianças dos 8 aos 12 anos de idade, dinamizada em espaço escola. (disponível a partir de meados de Outubro de 08)



Copos – Quem decide és tu
Campanha de sensibilização quanto ao consumo abusivo do álcool pelos jovens. Tem como objectivo principal sensibilizar os jovens para as problemáticas associadas ao consumo excessivo e precoce de bebidas alcoólicas, a curto e longo prazo, nas suas vidas e dos outros. Destina-se a jovens entre os 14 e 20 anos dinamizada em contexto de sala de aula.



Campanha Europeia de Segurança Rodoviária
Esta campanha tem como objectivos sensibilizar as crianças e jovens para a importância da utilização de capacetes, cintos de segurança e sistemas de retenção como método de aumentar a sua segurança durante o transporte. Sensibilizar os peões para um comportamento mais seguro. Sensibilizar os utentes da estrada para o papel importante que desempenham na sua própria segurança. Sensibilizar os condutores para a importância da condução defensiva. Destina-se a todos os públicos, focando a acção nos mais novos, podendo ser dinamizada em espaço escola ou em espaço público, dinamizada por actividades lúdico-pedagógicas.


Campanha de Verão
Todos os anos, desde 2005, a JCV desenvolve uma campanha de sensibilização quanto à exposição excessiva ao sol destinada aos mais novos, de Julho a Setembro. Tem como objectivo alertar para os malefícios que uma exposição como esta pode afectar as suas vidas a curto e longo prazo. Dinamizada em piscinas, praias ou outros locais balneares com actividades lúdico-pedagógicas.
Putos do Bairro
Este projecto de inclusão social foi concebido para intervenção em bairros sociais desfavorecidos focando a sua acção nos problemas específicos de cada bairro, adaptando-se à realidade local. Deste modo qualquer projecto existente da JCV, como por exemplo o Apoio Escolar CVP, pode ser integrado neste projecto como uma resposta a uma necessidade específica do bairro. Destina-se a todos os residentes do bairro não tendo quaisquer encargos para os mesmos, sendo a sua acção focada essencialmente nos mais jovens em risco.


Colorir o Sábado
Este projecto destina-se a crianças em risco, dos 6 aos 12 anos. Trata-se de um atelier de actividades lúdico-pedagógicas com o intuito de proporcionar às crianças um ambiente estimulante, divertido, que lhes permita uma utilização criativa e formativa do seu tempo livre, desviando-as de um possível percurso de risco. Promove-se hábitos de solidariedade e cooperação e criando-se um clima de compreensão, respeito e aceitação, propício ao seu desenvolvimento pessoal. Não há quaisquer encargos para os utentes.
Apoio Escolar CVP
Este projecto permite ajudar os alunos até ao 3º ciclo do ensino básico a executar os seus TPCs esclarecendo as suas dúvidas. Empenhamo-nos em melhorar o seu aproveitamento durante o ano lectivo, fornecendo ferramentas que os auxiliem a progredir no seu percurso escolar. Destina-se principalmente a alunos do Escalão A da Acção Social Escolar, sendo gratuito para estes.

2. Contactos

Juventude Cruz Vermelha
Delegaçao de Portalegre
Apartado 17
7300-031 Portalegre
Telem: 96 539 72 22
Telef: 245 201 827
Fax: 245 362 673
E-mail:
juv.dportalegre@cruzvermelha.org.pt
Blog: www.jcvportalegre.blogspot.com

05 março 2009

Instituição de Março de 2008 - Acreditar



QUEM SOMOS


A Acreditar foi fundada em 1993, por iniciativa de um grupo de pais de crianças com cancro que, através da sua experiência, verificaram que os Serviços de Pediatria Oncológica dos Hospitais não podiam assegurar todo o tipo de apoios de que estas precisavam. Efectivamente, para além do necessário apoio clínico, muito há a fazer por estas crianças. Esse muito está espelhado no lema que desde o início adoptámos para enquadrar a missão da Acreditar: “tratar a criança com cancro, e não só o cancro na criança.
Procuramos contribuir para a promoção da qualidade de vida destas crianças e suas famílias através dos seguintes apoios prestados:
Apoio jurídico; apoio psicológico; apoio emocional; apoio social; apoio económico;
Promoção de diversas actividades lúdicas e educativas (campos de férias, passeios, festas, etc.);
Distribuição gratuita de diversas publicações (originais e traduzidas) às famílias das crianças com cancro;
Acolhimento gratuito para crianças/jovens e respectivas famílias nas Casas da Acreditar.
A Acreditar é membro fundador da ICCPO (Confederação Internacional das Associações de Pais de Crianças com Cancro).

ONDE ESTAMOS


A Acreditar teve desde o início âmbito nacional. Embora o seu funcionamento seja organicamente centralizado, está repartida por núcleos: Norte, com sede no Porto; Centro, com sede em Coimbra; Sul, com sede em Lisboa; e Madeira, com sede no Funchal.
A Acreditar vive essencialmente dos apoios dos seus associados e amigos, do trabalho de voluntários e de um reduzido corpo de pessoal administrativo que assegura a sua gestão corrente.
CONTACTOS
Acreditar - Núcleo Regional Centro
Av. Dr. Armando Gonçalves, Lote 20
Centro Comercial Sol - Loja 13
3000-059 Coimbra
Telefone: 239 482 027
Tm: 912 304 983
Fax: 239 482 027
E-mail: a.acreditar_coimbra@sapo.pt

13 janeiro 2009

Instituição de Janeiro de 2009

Centro de Dia e Lar de Santana d’Azinha


A instituição que beneficiará do valor angariado com o leilão de Janeiro é o Centro de Dia de Santa Ana de Azinha, localizado no distrito da Guarda.

Breve apresentação da Instituição



O âmbito de intervenção da Instituição é a totalidade do concelho da Guarda. As actividades desenvolvidas baseiam-se no Apoio Domiciliário onde possuímos 16 utentes onde 13 são abrangidos pelo acordo de cooperação e o Lar onde contemos 20 utentes, mas somente 16 são abrangidos pelo acordo.

Paralelamente ao desenvolvimento das actividades principais, o Centro de Dia e Lar de Santana D’Azinha é associado da REAPN, colaborando com o Núcleo Distrital da Guarda e é membro constituinte do CLA’s da Rede Social do Concelho da Guarda.

A instituição também possui uma parceria com a Câmara Municipal da Guarda na entrega de refeições à escola. Assim sendo estabeleceu-se um protocolo que tem como objectivo a distribuição de almoços para as crianças da escola da Carvalheira.


Objectivos

Geral

Atribuir respostas eficazes às necessidades dos idoso, respostas estas que se baseiam não só no procurar evitar ou reduzir o isolamento e/ou internamento, mas também na satisfação das suas necessidades básicas, bem como a concretização dos seus direitos enquanto seres inseridos numa sociedade.

Específicos

A resposta de Lar é uma resposta social, de utilização temporária ou permanente, para os idosos em situação de risco de perda de independência e/ou autonomia. Esta valência tem como objectivo proporcionar ao idoso uma habitação (de forma a garantir um ambiente calmo e humanizado), assegurando a satisfação das suas necessidades básicas, contribuindo assim para a protelação do processo de envelhecimento e promovendo o relacionamento do idoso com a comunidade, preservando sempre a sua autonomia. O lar visa assegurar os serviços de alojamento permanente, alimentação, tratamento de roupa, higiene, Pessoais Cuidados de Saúde, apoio Psicossocial e actividades de animação.




A Resposta do Serviço de Apoio Domiciliário caracteriza-se pelo apoio personalizado e específico, de acordo com as necessidades de cada um, prestado na habitação do beneficiário, pois é totalmente definido entre o próprio e a nossa instituição. Esta valência tem como objectivo a prestação de ajudas domésticas e/ou cuidados pessoais no domicilio dos utentes quando estes, por razões de doença ou outro tipo de dependências, não possam assegurar temporária ou permanentemente as actividades diárias. Paralelamente, este serviço procura auxiliar o idoso, no sentido de o manter o mais tempo possível no seu meio habitacional, retardando a sua inserção em lares e/ou hospitais, mas promovendo sempre a diminuição da situação de isolamento. O SAD torna-se imprescindível no colmatar de determinadas necessidades apresentadas pela população de abrangência do projecto, nomeadamente no apoio social e cuidados de saúde, na alternativa à entrada em Lar e no apoio/suporte à família. Tem como objectivo a promoção do bem-estar bio-psicossocial das pessoas idosas e/ou dependentes no seu ambiente natural diário, junto dos seus familiares, vizinhos e amigos e a melhoria do apoio prestado no domicílio à população idosa.

03 novembro 2008

Instituição de Novembro de 2008



Historial da ACAPO


A Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal – ACAPO é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, fundada em 1989.
Embora recente, possui uma das mais antigas histórias do movimento associativo de deficientes em Portugal.
No princípio do Séc. XX e à semelhança do que acontecia um pouco por toda a Europa, consequência da 1ª Guerra Mundial, um grupo de cidadãos deficientes visuais portugueses constatou a necessidade de se organizar e aglutinar para reivindicar melhores condições de vida, dando origem, em 1927, à primeira associação de deficientes em Portugal, associações que se foram multiplicando ao longo dos anos.
Em princípios dos anos 80, verificando-se a existência de várias organizações a trabalharem para o mesmo grupo alvo – a população deficiente visual – e em tudo similares quanto a objectivos e actividades, os deficientes visuais portugueses iniciaram um longo e inovador processo no sentido da criação de uma única Instituição, de âmbito nacional, procurando através da rentabilização de sinergias e da convergência de recursos financeiros, humanos e físicos, aumentar e melhorar a intervenção que vinha sendo desenvolvida.
Assim, em 20 de Outubro de 1989, três das principais e mais antigas Instituições portuguesas de deficientes visuais, fundiram-se, dando origem à ACAPO, uma Instituição com características únicas no movimento associativo de deficientes em Portugal, tanto ao nível da sua estrutura organizacional, como nos fins e actividades desenvolvidas.
A ACAPO tem como fins estatutários a melhoria da qualidade de vida, a igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos e a inclusão social dos cidadãos deficientes visuais portugueses.


Para a prossecução destes objectivos e, atendendo à complexidade e multiplicidade de aspectos de que se reveste a promoção da igualdade de oportunidades, a ACAPO tem direccionado o seu campo de actuação para áreas, actividades e serviços que se julga contribuírem, efectivamente, para a inclusão e equidade social, havendo a destacar o trabalho desenvolvido nos campos da Acção Social, Educação e Socialização, Saúde, Cultura e Tempos Livres, Desporto, Formação Profissional e Emprego, Informação e Sensibilização, Acessibilidades, etc.

A ACAPO - Delegação Local de Vila Real
Sendo uma Instituição de âmbito nacional, a ACAPO desenvolve a sua actividade em todo o território nacional, através de Delegações Locais, nomeadamente através da Delegação Local de Vila Real, que se encontra em funcionamento, neste Distrito desde 2004 e que, atendendo à proximidade com os associados da sua área geográfica, pode actuar de forma mais eficaz e responder atempadamente às necessidades sentidas pelos cidadãos deficientes visuais e respectivas famílias dos Distritos de Vila Real e de Bragança.
Esta Delegação Local da ACAPO tem vindo, através do contacto crescente com pessoas com deficiência visual e da prestação de serviços no âmbito da Valência Centro de Atendimento, Acompanhamento e Animação, a desenvolver um levantamento das reais necessidades desta população ao nível pessoal, familiar, social e profissional, que constitui o ponto de partida para a definição de intervenções no meio comunitário, numa perspectiva transversal de responsabilidade social de toda a sociedade, efectuando-se a sensibilização de todas as entidades intervenientes na inclusão dos utentes com a sua situação de deficiência visual devidamente comprovada, de pelo menos, sessenta por cento (60%) de incapacidade visual.
Contactos
ACAPO – Delegação de Vila Real
Rua Dr. Francisco Sales Costa Lobo, Lt4, BL1, R/C. Esq. N.º21,
5000 – 260 Vila Real
Tel.:259338330
Fax.:259338331
www.acapo.pt

01 outubro 2008

Intituição de Outubro de 2008

Artenave Atelier




Artenave Atelier - Associação de Solidariedade é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, tem como grande objectivo contribuir para a promoção social da população da região nordeste do distrito de Viseu, através de actividades organizadas para crianças, jovens e adultos, independentemente da origem e das características físicas, intelectuais e mentais de cada um.

Como nasceu a Artenave?
Do sonho de uma pessoa que conseguiu contagiar um grupo. Este grupo venceu vontades, ultrapassou obstáculos, superou a indiferença, a incompreensão… mas como dizia mestre Aquilino “Alcança quem não Cansa”.
Acreditando sempre nos objectivos da Instituição, a equipa começou por preocupar-se em dar resposta a uma área que estava completamente a descoberto: “Actividades de tempos Livres” e Gabinete de Psicologia, constituindo-se como um complemento à Escola, cobrindo quase todo o concelho com cantinas e ATL, no âmbito do programa “Arco-da-Velha”. Este programa viria a revelar-se o motor essencial ao desenvolvimento das actividades posteriores da Artenave.

Mantendo o objectivo que lhe deu origem, a instituição passou por várias mudanças, contudo o grupo dos mais frágeis, dos excluídos, ou em situação de risco, foi sempre a sua grande preocupação, direccionando as suas candidaturas na perspectiva de criar respostas para estes grupos, principalmente no âmbito da Deficiência.

A estrutura estava definida, faltava estrutura física para a sustentar! Foi então que, acarinhada e motivada por uma “Grande Senhora”, Directora do Projecto "Rua em Família para Crescer”, do IAC, a Dr.ª Adelina Odete, conseguiu transpor os grandes obstáculos à construção do edifício, que é hoje, sede da instituição.

Actualmente, a Artenave assegura um Centro de Actividades Ocupacionais, proporcionando aos seus utentes apoio técnico permanente nos planos físico, psíquico e social. Proporciona ainda a participação em acções culturais, gimnodesportivas, artísticas e recreativas.

Desenvolve Formação Profissional para Pessoas com Deficiência, que visa dotar as pessoas com deficiência dos conhecimentos e capacidades necessários à obtenção de uma qualificação profissional que lhes permita alcançar e manter um emprego e progredir profissionalmente no mercado de trabalho.

Conta com um Lar Residencial, uma resposta social desenvolvida em equipamento, destinada a alojar jovens e adultos com deficiências, de ambos os sexos, de idade igual ou superior a 16 anos, que se encontrem impedidos, temporária ou definitivamente, de residir no seu meio familiar normal.




Empresas de inserção:

A Econave Agropecuária e Jardinagem é uma empresa vocacionada para dar respostas e apoio aos agricultores da região, fornecendo serviços nas áreas Agrícola, Jardinagem, Pecuária e Limpeza de ruas, passeios, cemitérios, canais de rega, etc.

A Empresa de Inserção Econave Multiserviços assenta o seu funcionamento na prestação de serviços como: Limpezas domésticas, Limpeza e tratamento de roupas, Limpeza e tratamento manual e/ou automático de tapeçarias, Recolha e prensagem de cartão, Limpeza de matas com recolha e compostagem dos detritos resultantes.

A Artenave Atelier - Associação de Solidariedade disponibiliza ainda um conjunto de serviços:

  • Acolhimento Temporário que diz respeito ao acolhimento de crianças por períodos diurnos variáveis e em alturas incertas;

  • Serviços de Psicologia;

  • Ateliê de Expressão Plástica - para as actividades de pintura em azulejo e cerâmica; pintura sobre vidro; papel e cartão, construção de maqueta, confecção de lembranças e brindes e reciclagens;
  • Ateliê de Música - Instrumental e coral; Acústica;

  • Teatro da Nave – Oficinas de Teatro e Representação, cenários e adereços;

  • Ateliê de Desporto – Natação e Equitação;

  • Ateliê de multimédia

  • Ateliê de Fotografia – captação, revelação e personificação de álbum;
  • Serviços de Costura - que disponibiliza, internamente, formação e serviços sempre que necessários e, externamente, trabalhos e encomendas realizados na sua área de competência.

  • Centro de Recursos em Conhecimento - CRC IN(for)DEMO, membro da Rede de CRC’s, que é uma infra-estrutura organizacional vocacionada para a Gestão da Informação e do Conhecimento, na sua pesquisa, recolha, tratamento e difusão.
    O CRC tem como objectivo central, garantir a acessibilidade dos recursos e a sua adequação às necessidades, contribuindo para o reforço das competências e para a disponibilização de conhecimento útil, potenciando o combate à info- exclusão.

Contactos:

Av. Dr. Amadeu Batista Ferro,
3620-360 Moimenta da Beira
Telefone 254 583 522
Fax 254 583 107
E-mail atelier@artenave.org

http://www.artenave.org/

05 maio 2008

Instituição de Maio de 2008

Associação de Amigos da Criança e da Família “Chão dos Meninos”
O leilão de Maio reverterá a favor da instituição Chão de Meninos, localizada no distrito de Évora. A instituição foi seleccionada por uma das artesãs que tem colaborado neste projecto, a Lídia.
Quando a instituição foi contactada, além de agradecerem o facto de serem a instituição deste mês, ficaram de enviar um pequeno texto acerca da instituição.
Enquanto aguardamos, de modo a que conheçam um pouco melhor a realidade desta instituição, vale a pena fazer uma visita ao site http://www.chaodosmeninos.org/
Contactos
Bairro António SérgioAvenida da Liberdade, 1007000-692 Évora
Telefone: 266 730 560
Fax: 266 730 569
e-mail:
geral@chaodosmeninos.org
Nota: Como já vem sendo hábito, até ao dia 9 de Maio, todos os interessados poderão enviar as fotografias dos artigos que pretendam doar para o leilão de Fevereiro para o endereço electrónico: mao-a-mao@hotmail.com.
Anexados às fotografias deverão constar os seguintes dados: descrição do artigo,base de licitação, autoria e blog/site.
Até breve

07 abril 2008

Instituição de Abril de 2008

Associação A Casa do Caminho
O leilão de Abril reverterá a favor da instituição A Casa do Caminho, localizada em Gondomar, distrito do Porto.
Para conhecer um pouco melhor a realidade desta instituição vale a pena fazer uma visita ao site http://www.casadocaminho.pt/.
Até breve.

03 março 2008

Instituição de Março de 2008

Associação Desenvolvimento e Cooperação Atlântida


Quem somos?

Nascemos em 1994, fundada por um grupo de jovens estudantes universitários da Marinha Grande. Somos uma Instituição Particular de solidariedade social, sem fins lucrativos, criada por tempo indeterminado.
Temos como principal objectivo, a promoção e desenvolvimento cultural e social.

O que fazemos?

Com vista à prossecução dos seus objectivos, a instituição promove:
a) Encontros, debates, festivais, concursos e outras actividades similares com vista à formação cívica, física, cultural e científica;
b) Actividades de desenvolvimento social e promoção de competências pessoais e sociais;
c) Colaboração com iniciativas e projectos similares, que prossigam os mesmos objectivos;
d) Promoção de Cursos de Formação e realização de Workshops temáticos.


Como fazemos?

As actividades são realizadas através de:
a) Apoios financeiros de Entidades publicas e privadas;
b) Apoios de mecenas;
c) Bolsa de voluntários;
d) Receitas de actividades culturais;
e) Donativos.



Actividades desenvolvidas nos últimos 4 anos:

· Festival de Jazz da Alta Estremadura – edições de 2007, 2006, 2005 e 2004.
· Actividades comemorativas – santos populares e Carnaval.
· Projecto Casa dos Afectos (POEFDS- eixo 5.1.)


Projecto Casa dos Afectos

Principais objectivos

- Prestar Apoio Sócio-Educativo especializado a crianças que já se encontram ou se encaminham para situações de evidente risco e desvantagem social, por razões de ordem escolar, familiar ou pessoal;

- Ir ao encontro das dificuldades das crianças a nível de Aprendizagem e do Desenvolvimento Psicossocial, prevenindo desajustamentos futuros graves.

Método de Intervenção:

A Casa dos Afectos tem como base da sua intervenção as ideias e métodos ensinados pelo Dr. João dos Santos – A Pedagogia Terapêutica.
A Pedagogia Terapêutica permite um tipo de comunicação que clarifica sentimentos confusos, “Fantasmas escondidos e organizados em resistências, através dos quais a criança se protege inconscientemente dos seus próprios medos” (João dos Santos).

Destinatários:

O Projecto Casa dos Afectos destina-se a crianças com dificuldades de aprendizagem, com ausência de autonomia e crianças desinvestidas ou afectivamente abandonadas.


Valências/Serviços:

Tem ao dispor da Comunidade local as seguintes Vertentes de Apoio:
· Grupos de Pedagogia Terapêutica (com a supervisão do Centro Dr. João dos Santos – Casa da Praia);
· Psicoterapias Individuais (com a supervisão da Psiquiatra Dra. Teresa Nunes Vicente e do Psicólogo Dr. Eduardo Sá);
· Terapia da Fala;
· Intervenção Familiar e Apoio à Família;
· Arteterapia;
· Psicomotricidade;
· Psicodrama.
· Actividades de animação sócio-educativa.

Actividades realizadas de âmbito sócio-educativo:

· Grupos de pedagogia terapêutica – Grupo de Crescer, Grupo de Crescer+ e Grupo de Aprender;
· Assembleia Geral de Crianças;
· Festejos de data significativas com a presença dos Pais/ Encarregados de Educação.
· Reuniões com Pais/ Encarregados de Educação.
· Educação Parental;
· Seminários pedagógicos;
· Actividades de Verão (Praia, Piscina, Surf, Equitação, Dias na Quinta, Passeios pela cidade, etc.);
· Visitas de Estudo;
· Horta pedagógica;
· Concertos didáticos

Outras Actividades:

· Visita do Sr. Governador Civil;
· Visita do Rotary Club da Marinha Grande e Governador Rotary;
· Campanha Mãos à Obra – Restaura das instalações da Casa dos Afectos,
· Apresentação do projecto em palestras, congressos e colóquios;
· Distribuição de roupa de criança;
· Presença na Feira Social na Marinha Grande;
· Distribuição de brinquedos e cabazes de alimentos.


Equipa:

A Equipa Técnica da Casa dos Afectos é constituída pelos seguintes Técnicos:
Ana Patrícia Quintanilha Nobre – Técnica de Serviço Social, Pós Graduada em Toxicodependência e Patologias Psicossociais – (28%);
Elsa Amorim – Animadora Sócio-Educativa, Pós Graduação em Sucesso Escolar e Literacia – (100%);
Maria Cremilda Prazeres – Professora de 1º ciclo, especializada em Dificuldades de Aprendizagem – (28%);
João Lavrador Santo – Psicólogo Clínico de Orientação Dinâmica – (28%);
Catarine Magalhães Pinto – Psicóloga Clínica de Orientação Cognitiva/Comportamental, Mestre em Psicologia Comportamental – (22%);
Manuela Crespo – Psicóloga Clínica de Orientação Dialógica/Relacional – (22%);
Filomena Garcia – Terapeuta da Fala – (28%);
Paula Virgolino – Professora especializada em Psicomotricidade – (22%);
Carla Alexandra Quintanilha – Gestão e tesouraria – (28%);
Anabela Martins da Conceição – Administrativa – (100%);
Alexandra Ribeiro dos Santos – Estagiária em Acção Social – (28%);
Sónia Carreira – Contabilista (10%).

A Casa dos Afectos conta ainda com a valiosa colaboração de um Grupo de Voluntários.
Parceiros :

· Agrupamento de Escolas Nery Capucho;
· Agrupamento de Escolas Guilherme Stephens;
· Hospital de Sto. André;
· Centro de Saúde da Marinha Grande;
· C.P.C.J. da Marinha Grande;
· Escolas do Concelho;
· Projecto Integrado de Intervenção Precoce da Marinha Grande – (A) Braços;
· Projecto Desenvolvimento Social “Gerações”;
· Escola Superior de Educação

Crianças Encaminhadas:

Nº de crianças encaminhadas – 240 crianças do Concelho da Marinha Grande.
Idades: dos 3 aos 17 anos.
Capacidade actual de crianças: 42 crianças nas várias valências.



Financiamento:

POEFDS – Eixo 5 – Medida 5.1.2.1. e 5.1.2.2 – terminus Dezembro 2007.
Valor mensal do Projecto ( Recursos humanos, alugueres, equipamento, material de escritório, material de desgaste e despesas de funcionamento) – 12 000€ mensais
Contactos
Endereço:
Rua do Sol nº 54 Ordem
MARINHA GRANDE
2430-157 Marinha Grande
Telefone: 244 504 891
Fax: 244 503 322
Email: assoc.atlantida@iol.pt

01 fevereiro 2008

Instituição de Fevereiro de 2008


Casa da Criança

A instituição a que se destina o Leilão de Fevereiro de 2008 é a Casa da Criança de Tires, localizada no distrito de Lisboa.

A Casa da Criança de Tires é um Centro de Acolhimento Temporário, fundado a 15 de Maio de 2001 com o objectivo de acolher temporariamente 12 crianças de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 3 e os 10 anos, filhos das reclusas do Estabelecimento Prisional de Tires ou outras situações de risco.

Ao visitar o sítio http://www.casadacrianca.net/cdc/, terá acesso às mais variadas informações acerca do funcionamento da instituição, tais como:

Além de durante este mês poderem ajudar a instituição através do Leilão Mão a Mão, poderão ainda dar a mão, doando alguns dos artigos necessários para este mês.

Contactos

Fundação Champagnat - Casa da Criança de Tires

Cascais - S. Domingos de Rana

Av. Amalia Rodrigues 23

2785-632 S. Domingos de Rana

Telefone: 214 456 802

Fax: 214 456 803

02 janeiro 2008

Instituição de Janeiro

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA MÃO AMIGA
Actividade Principal CAE – 85 311 – Acção Social para a Infância e Juventude com Alojamento.
Outras Actividades CAE - 85 314 – Acção Social com alojamento não especificado.

O registo foi lavrado pela inscrição nº 126/99, da fl. 7 vº fl. 8 do livro nº 8 das Associações de Solidariedade Social e considera-se efectuado em 15 de Setembro de 1999, nos termos do nº 2 do art. 13º do Regulamento aprovado pela Portaria nº 778/83 de 23 de Julho.
Pequena História da Associação Humanitária Mão Amiga - A.H.M.A.

Albergaria-a-Velha é uma Vila muito antiga, um dos Concelhos do Distrito de Aveiro, a 18 km desta cidade, com uma localização privilegiada, devido à confluência de importantes eixos da rede viária do País (IP5, IC1 e A1). Tem uma área geográfica de 145,16 Km2., com aproximadamente 24.612 habitantes (resultados provisórios dos Censos 2001) e apresenta uma das maiores taxas de crescimento populacional do Distrito.
É um concelho com 8 freguesias, de densidade populacional muito variável. Acolhe muita população flutuante que vem em busca de trabalho, no sector secundário ainda em expansão. Não sendo ainda um concelho urbano vai perdendo parte das características da sua população, outrora rural.
A localização dos seus principais aglomerados populacionais, a rápida transição de actividade da sua população, da agricultura para a indústria, bem como os fenómenos de migração, fizeram surgir problemas de índole social, tão diversos como: a prostituição de estrada, o tráfico de estupefacientes, agravamento do alcoolismo, destruturação e violência familiar, entre outros.
A Associação Humanitária Mão Amiga surgiu da preocupação e da necessidade sentida por um grupo de cidadãos ligados ao trabalho com crianças. A sua intervenção, no início muito pontual, levou a que o seu trabalho ao nível da problemática da negligência e dos maus-tratos infantis no concelho de Albergaria-a-Velha e áreas limítrofes, fosse feita de uma forma mais continuada e consistente.
A Associação Humanitária Mão Amiga – A.H.M.A. é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, registada com o nº 126/99, fl. 7 vº fl. 8, do livro nº 8 das Instituições de Solidariedade Social, da Direcção Geral de Acção Social.
Desde a sua fundação, em início de 1999, que a Associação tem vindo a desenvolver diversas actividades de carácter social, cultural e recreativo.

O que temos feito…

Assim organizou:
- As suas 1ªs Jornadas Técnicas divulgadas a nível nacional, com o título “ O Som das Lágrimas” e sobre Maus-tratos e Violência Infantil, nos dias 6 e 7 de Abril de 2000.
- As suas 2ªs Jornadas Técnicas igualmente divulgadas a nível nacional, com o título “Vozes no Silêncio”, sobre o tema da Violência Doméstica, nos dias 11 e 12 de Abril de 2002.
- As suas 3ªs Jornadas Técnicas, também divulgadas a nível nacional e no estrangeiro, com o título “Pais são os que amam…” sobre o tema da adopção em Portugal, nos dias 22 e 23 de Abril de 2004. Estiveram presentes prelectores da Universidade de Barcelona – Espanha.
- Uma vigília por Timor.
- Três exposições artísticas na época natalícia para angariação de fundos.
- Três jantares beneficentes.
- Várias publicações de artigos de informação e sensibilização sobre a infância e sua condição no nosso país, em jornais locais e regionais.


A Associação Humanitária Mão Amiga realizou no dia 5 de Março de 2005 o 1º Festival de Música da A.H.M.A., que contou com a presença da banda Quinta do Bill para além de outras bandas locais.


A Associação Humanitária Mão Amiga organizou em Abril de 2006 as suas 4ªs Jornadas Técnicas. Realizaram-se nos dias 25, 26 e 27 de Maio de 2006, em Albergaria-a-Velha, sobre as crianças e jovens com perturbações do desenvolvimento, com o título “(des)capacidades: … incapacidades não escondem CAPACIDADES”. Estiveram presentes como prelectores e moderadores várias individualidades e peritos do nosso país. Inscreveram-se e assistiram aos trabalhos das Jornadas 400 profissionais das mais variadas áreas do saber, para além de alguns casais, pais de filhos com deficiência, e cidadãos em geral, interessados no tema.


- Prepara desde já a realização das 5ªs Jornadas, as quais terão lugar em Albergaria-a-Velha em 2008 e nas quais se pretende evidenciar e reflectir sobre as condições de desenvolvimento e de cidadania das crianças que vivem e crescem institucionalizadas. As Jornadas servirão para questionar e apontar alguns caminhos aos profissionais, aos responsáveis e à população em geral.

- De Maio de 2005 a Julho de 2006 implementámos, através de uma candidatura ao Programa Operacional Emprego, Formação e Desenvolvimento Social (POEFDS), Eixo 5, medida 5.1, Acção tipo 5.1.2.1., um Diagnóstico sócio - familiar no Concelho de Albergaria a Velha, direccionado a famílias com crianças dos 0 aos 18 anos, sujeitos a factores de risco.
- Estabelecemos uma parceria de articulação com o Observatório para o Desenvolvimento Social (OPDS) da Universidade de Aveiro, no sentido da partilha das suas experiências de intervenção na área de Famílias de Risco Social.
- Ao longo do ano de 2005 implementámos, através de uma candidatura ao POEFDS, Eixo 5, medida 5.1., Acção tipo 2.1.2.1. um programa de formação destinados aos funcionários dos quadros das várias valências da A.H.M.A. Os conteúdos programáticos versaram áreas ligadas ao quotidiano profissional e foram orientadas por formadores credenciados pelo IEFP nos termos previstos na Portaria nº 1119/97 de 5/11.



Participou e participa regularmente:

- Nos Corsos Carnavalescos Infantis de Albergaria-a-Velha.
- Nas comemorações do Dia Mundial da Criança em Albergaria-a-Velha.
- Nas festas tradicionais locais, com a venda de artigos doados por fábricas e particulares para a angariação de fundos, com uma “barraquinha” de rifas.
- Na organização de Desfiles de Moda beneficentes.
- Em colóquios/Jornadas organizadas por outras entidades e cujo tema direcciona para a criança e suas famílias.
- Anualmente, entre o mês de Abril e o de Maio, organizamos um Pedi-paper “Orienta-te” – percurso pedestre para pais e filhos, que consiste numa caminhada orientada por mapa e em que os participantes têm que ultrapassar provas que testam a sua perspicácia e conhecimentos sobre a nossa terra ao mesmo tempo que se promovem hábitos de vida saudáveis. A prova termina com um almoço convívio
- Na época Natalícia organiza em parceria com os Clubes de Motares do Concelho o “Passeio do Pai Natal Motar”, no sentido de informalmente sensibilizar as crianças e adultos para o espírito da solidariedade e da partilho com a seu semelhante.

O que fazemos…


Tem aberto à comunidade:

- Um Centro de Acolhimento Temporário “ O Aconchego” para 10 crianças, dos 0 aos 10 anos de idade, em regime de acolhimento temporário e para 2 crianças em regime de emergência, dos 0 aos 12 anos de idade. “ O Aconchego” funciona desde 6 de Novembro de 2000, numa habitação unifamiliar cedida pela Câmara Municipal. Esta habitação foi totalmente recuperada e equipada por voluntários e elementos da Associação, com fundos, materiais e equipamentos doados por empresas dos Concelhos de Albergaria, Águeda e Aveiro e pela comunidade local.
Pelo trabalho inovador e meritório efectuado no Centro de Acolhimento Temporário, foi concedida à Associação Humanitária Mão Amiga, pelo Instituto para a Emergência Infantil, na pessoa da Senhora Doutora Maria Barroso, em 10 de Novembro de 2002, a condição de Unidade de Emergência Infantil.

- Uma Creche para 80 crianças, dos 4 meses aos 3 anos, a funcionar desde 1 de Setembro de 2005 – a sua construção, esteve em curso desde Março de 2004, por um prazo de 18 meses, no âmbito de uma candidatura ao POEFDS.


- Um Jardim-de-infância com 2 salas com capacidade para 22 crianças cada, a funcionar em instalações alugadas e que foram adaptadas e reconstruídas às expensas da Instituição.

- Um Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental – C.A.F.A.P. o qual dá continuidade, a acções já implementadas no projecto “Raio de Sol” - realizado no âmbito do Programa Ser Criança, de Janeiro 2002 a Março de 2004 – e apoia famílias multiproblemáticas e carenciadas, com crianças até aos 18 anos, em áreas tão diversas como: escola de parentalidade, apoio socio-juridico, distribuição de roupas e calçado, distribuição de alimentos do Banco Alimentar Contra a Fome e PCAAC, “banco” de leites e de papas, “banco” de medicamentos e de artigos de puericultura, apoio psicológico, apoio de terapia da fala e actividades físicas/desportivas para as crianças e suas famílias.
O Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental - CAFAP – “Raio de Sol … para todos”, nesta data dá apoio directo a 65 famílias com crianças até aos 18 anos que apresentam factores de risco para o normal desenvolvimento das mesmas.

O nosso presente ….

- No âmbito do III Quadro Comunitário de Apoio, em Novembro de 2007 conclui-se a construção de um novo Centro de Acolhimento Temporário “O Aconchego” com maior capacidade de resposta - 16 crianças em regime de acolhimento temporário e 4 crianças em unidade de emergência - num terreno que foi doado por um particular à Instituição, situado no lugar da Salgueira, Assilhó, Albergaria-a-Velha.
Foi uma obra executada em 12 meses que obrigou a um grande esforço financeiro da Instituição, para além do envolvimento de todos os seus membros.

e o nosso futuro…

Num futuro próximo a Associação pretende:
- Adquirir uma viatura de transporte de crianças, adaptada a deficientes motores.
- Promover e organizar todo o processo inerente à sua Certificação de Qualidade.
- Implementar uma rede de amas legalizadas no concelho de Albergaria-a-Velha.
- Alargar a sua capacidade de Jardim-de-infância, em mais 1 sala para 22 crianças.
- Continuar a organizar eventos recreativos e culturais com fins informativos e beneficentes, o que passa pela realização do 2º Festival de Música da A.H.M.A.
- Continuar o seu trabalho empenhado na Protecção dos Direitos das crianças portuguesas, para que possam ser um dia vistas como cidadãos de direito próprio.
Contactos
ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA MÃO AMIGA
Sede:
Avª Bernardino Máximo de Albuquerque, nº 35
3850- 017 Albergaria-a-Velha
N.I.F: 504413040
Telefone: 234 525545
Valências:
Telefones: 234 523791 – Centro de Apoio Familiar e Aconselhamento Parental - “Raio de Sol...para todos”
234 523791 – Jardim-de-infância “Lápis e Cor”
234 520010 – Creche “Lápis e Cor”
234 525545/ 234 524022 – Centro de Acolhimento Temporário “O Aconchego”
Fax Geral:234 523381

E-mail: ahma_ipss@sapo.pt

A página da Internet da AHMA neste momento está a ser actualizada.Em breve estará disponível, no seguinte endereço: www.ahma.pt

02 novembro 2007

Instituição de Novembro

ASSOCIAÇÃO DE REFORMADOS E PENSIONISTAS DO DISTRITO DE VIANA DO CASTELO


PLANO DE ACÇÃO PARA O ANO DE 2007




A Aprovar na Assembleia-geral de 25 de Novembro de 2006


Dando seguimento ao que já vem sendo habitual, nesta Associação, continuamos solidários na defesa dos interesses e direitos sociais, económicos e culturais dos nossos associados ( e não associados), de forma a melhorar a sua qualidade de vida e bem estar.
Prosseguiremos com o apoio aos nossos utentes e suas famílias na defesa dos seus direitos de cidadania, seja nas suas relações com a Administração Pública ou com o Poder Local, através de petições, requerimentos, reclamações ou queixas.
Hoje, mais do que nunca, devemos pugnar pelo que é humanamente mais justo para o cidadão em geral e para os nossos associados em particular, defendendo sempre a dignidade da condição de Reformados e/ou Pensionista.
O passado de 28 anos da nossa Associação fala por si, e nada justifica que não prossigamos no mesmo caminho e com o mesmo lema: “ Dar-mos aos outros sem olhar a quem “.
A nossa Associação está integrada no movimento de Solidariedade Social, o qual tem de responder a realidades concretas, palpáveis e sentidas pela 3ª Idade e pela população carenciada em geral, visando alargar o seu curto futuro e minorar as suas dificuldades. É o trabalho a que nos dedicamos, na qualidade de sermos uma IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social.
Vivemos de dádivas de todos; de Organismos oficiais, da generosidade de empresas e de pessoas singulares.
Temos, naturalmente relações institucionais e privilegiadas com a Segurança Social e com a Câmara Municipal de Viana do Castelo.
Enfim, cabe-nos gerir uma tarefa partilhada pela Sociedade no seu todo. Nada é para nós. Tudo é para os outros.
Os dirigentes da Associação, que também são sócios, ocupam-se dessa tarefa em regime de voluntariado, em persistente diálogo com os beneméritos, função que exercem com bom senso e responsabilidade.

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Os nossos meios físicos actuais (instalações e equipamentos), por exíguos e inadequados, provocam uma situação de estrangulamento na evolução da nossa Associação e no bem-estar dos nossos associados.
Actualmente com mais de dois mil sócios, o nosso Centro de Convívio tarda em ter condições para dar resposta a toda esta “ Juventude avançada “, que bem precisa e merece ter condições mais condignas e espaçosas.
Temos a feliz oportunidade de informar os nossos Sócios, e a população Vianense em geral, de estar em curso, finalmente todos os tramites que vão permitir edificar o nosso “ Centro de Dia “, com a dignidade desejada e que bem merecemos.
Para o efeito foi-nos disponibilizado pela Câmara Municipal um terreno que responde satisfatoriamente ás nossas necessidades, estando já em curso o desenvolvimento do projecto, que envolve os serviços técnicos da Segurança Social e da Câmara Municipal, a quem apresentamos, desde já o nosso profundo reconhecimento – Bem Ajam!
Convictos de estarmos a desbravar os caminhos para um futuro melhor, assume esta Direcção o propósito de legar para os vindouros, com o apoio de todos os sócios, um conjunto de equipamentos (a sua nova Sede), a qual terá a dignidade que a Associação merece e lhe vai permitir ter uma actividade mais abrangente e mais eficaz ao serviço da “Terceira Idade “.
Sócios e Dirigentes saberão a todo o tempo, dar público reconhecimento de todos aqueles que com generosidade responderam “ presente “ ao nosso chamamento.
Esta Associação – A Associação dos Reformados e Pensionistas de Viana do Castelo – é uma obra de todos e para todos



OBJECTIVOS A CUMPRIR E PERSEGUIR


1 – O de Inaugurarmos o novo “ Centro de Dia “ durante o ano de 2007;
2- Apresentar aos sócios, até Julho de 2007, um corpo de voluntariado que venha a responder ás valências que o novo Centro de Dia se proponha prestar aos sócios,
2.1 – Para além de um corpo de voluntariado “ interno”, pretendemos que o mesma se desdobre e venha a, integrar-se em “ regime de rede “, em acções de solidariedade social junto da comunidade Vianense.
3- Alargar o âmbito de protocolos a convencionar, para além dos já existentes , a saber:
3.1 - Apoio Jurídico ( Advogados )
3.2 - Doenças da boca ( Dentista )
3.3 - Doenças dos Olhos ( Optometria e Oftalmologia )

4 - Em estudo, novos serviços e novas disciplinas:
4.1 - Ginástica de manutenção
4.2 - Informática ( computadores )
4.3 - Apoio domiciliário ( diversos )
4.4 - Refeições;
5 – Em avaliação, após a implantação do novo Centro de Dia, alargar o horário da prestação de serviços á parte da manhã;
6 – Realizar, no próximo ano, um roteiro gastronómico que compreenda uma visita cultural guiada a cada um dos dez concelhos do Distrito,
7 – Manter e aprofundar as cordiais relações que mantemos com a Câmara Municipal de Viana, Segurança Social, Governo Civil e Juntas de Freguesia da cidade e do concelho.


1 - ACTIVIDADES SOCIAIS


1 – Dentro das nossa possibilidades financeiras tentaremos ajudar os nossos utentes em:
a) – Aquisição de medicamentos;
b) – Apoio de natureza administrativa na relação do cidadão com o Estado e/ou poder local;
c) - Vigilância regular no controle da tensão arterial e do respectivo peso;
d) - Em fase de estudo, a criação de uma nova área de intervenção social: apoio domiciliário aos associados e ginástica.


2 - ACTIVIDADES CULTURAIS E RECREATIVAS

2.1 - Continuar na valorização do nosso “Grupo de Cantigas”, o qual tem sido muito bem aceite, no País e na Galiza, e é hoje motivo de muita satisfação para quem nele participa a para quem dele desfruta;
2.2 - Dinamizar o “ Laréu” das excursões, passeios, festas de convívio e actividades recreativas, valorizando-as através da melhoria da organização e de maior exigência;
2.3 - Na medida do possível, manter e valorizar a:
2.3.1 - Festa do Idoso
2.3.2 - Festa da Páscoa
2.3.3 - Festa de Aniversário da Associação
2.3.4 - Comemoração do Dia da Cidade de Viana do Castelo
2.3.5 - Festa do Natal




3-PROTOCOLOS, PARCERIAS E INTERCÂMBIOS INSTITUCIONAIS

A Associação efectuará acordos com organizações Nacionais e Internacionais, nomeadamente:

3.1 - Protecção e Segurança de Idosos
3.2- Mostras culturais com cidades Geminadas com Viana do Castelo, como Hendaye e outras.
3.3 – Participar activamente no projecto da Câmara “ Cidade Saudável “ que com manifesto agrado da população tem sido acolhido.
3.4 - RED IBEROAMERICAMA DE ASSOCIAÇÕES – Com sede em Madrid (Colóquios internacionais como o realizado em Santiago do Chile)

4 – RECURSOS HUMANOS PROFISSIONAIS

Prosseguiremos na valorização do pessoal e dos serviços, com formação adequada, no plano técnico e administrativo, para uma melhor prestação de serviço aos nossos sócios.


Aprovada em reunião de Direcção de 17 de Novembro de 2006



O presidente da Direcção


_____________
Manuel Ferreira

Contactos

Largo Instituto Histórico do Minho, 11
4900-522 Viana do Castelo
TEL - 258 825 170
FAX - 258822375
E-MAIL - arpvc@iol.pt

05 outubro 2007

Abrigo de S.José






Caracterização da Instituição

A Obra de Socorro Familiar, com sede na cidade do Fundão, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, canonicamente erecta pelo Bispo da Guarda em 4 de Novembro de 1983 e de integração, na qual foi integrada a associação com idêntica denominação, reconhecida por despacho ministerial de 5 de Abril de 1955. Daí uma Instituição já cinquentenária.

De acordo com os estatutos, a mesma propõe-se prestar assistência material, educativa e moral aos carenciados da Diocese da Guarda e do Distrito de Castelo Branco.

Para atingir plenamente os seus objectivos, a Obra de Socorro Familiar poderá criar e manter, além do Abrigo de S. José, outras Valências, conforme as necessidades o exijam e as circunstâncias o permitam.

Mas a Obra de Socorro Familiar tem uma só valência, o Abrigo de S. José com Lar de Crianças e Jovens que acolhe crianças órfãs, abandonadas ou carenciadas de ambiente familiar.

Este Lar, com internato, entre outros fins específicos, cuidará de proporcionar alojamento, orientação educativa e formação escolar, meios de trabalho e ensino a jovens do sexo masculino, que, encontrando-se em situação de carência moral ou sócio-familiar, necessitem de especial apoio à sua integral promoção, reabilitação e reintegração.

A organização e funcionamento do Abrigo de S. José e das suas actividades, constam de regulamento interno elaborado pela Direcção, tendo em conta as orientações técnicas do Ministério competente e devidamente homologado pelo Ordinário Diocesano.



Em suma:

O Abrigo de S. José é um Lar de Crianças e Jovens do sexo masculino, de acolhimento prolongado, que se encontram necessitados de assistência referida anteriormente, em vista de:
a) Proporcionar às crianças e jovens acolhidos, seus utentes, a satisfação de todas as suas necessidades básicas, em condições de vida tão aproximadas quanto possível das da estrutura familiar;
b) Promover a integração ou reintegração dos seus utentes na família e na comunidade;
c) Proporcionar aos utentes os meios que contribuam para a sua formação e valorização pessoal, social e profissional.

Para a prossecução dos fins acima referidos, compete ao Abrigo de S. José:
a) Acompanhar, proteger e fomentar o desenvolvimento físico e intelectual das crianças e jovens seus utentes;
b) Proporcionar aos seus utentes a aquisição dos princípios de vida e valores sociais próprios do humanismo e religião cristã;
c) Garantir, com recurso aos serviços próprios, os cuidados de saúde adequados ao crescimento e desenvolvimento equilibrados e confortáveis das crianças e jovens seus utentes;
d) Assegurar os meios necessários ao desenvolvimento pessoal e à formação escolar e profissional dos utentes, em cooperação estreita com a família e as instituições escolares e de formação profissional;
e) Proporcionar aos seus utentes a ocupação dos seus tempos livres, de harmonia com os seus interesses e potencialidades e os recursos do meio.

Enquanto utente do Abrigo de S. José, cada criança ou jovem terá direito a todos os benefícios, cuidados, preocupações e apoio que o Abrigo tem por fins e objectivo prestar aos seus utentes, sem discriminações que não sejam as resultantes da especialidade ou especificidade de cuidados de apoio de que careçam definitiva ou temporariamente, e sempre segundo os princípios da necessidade, da proporcionalidade, da igualdade de direitos e da adequação aos fins da integridade da sua formação e aos valores morais, sociais e humanitários do Abrigo de S. José.

O utente tem por dever fundamental o de se integrar nos valores e na realização prática dos objectivos da comunidade do Abrigo de S. José, que implicam a respectiva aplicação quotidiana em todas as comunidades sectoriais e, que se integre – designadamente respeitando, participando e empenhando-se na observância dos valores, princípios, normas de vida quotidiana e actividades programada.

O utente conserva o estatuto de membro da comunidade do Abrigo de S. José até que, pela sua idade, pelo desenvolvimento específico da sua personalidade e pela preparação escolar, pré-profissional e social, disponha de condições para autonomamente formular e desenvolver projecto de vida socialmente integrada.

As principais fontes de receitas do Abrigo de S. José, entre outras são, os subsídios do Estado, I.S.S. – C.D.S.S. de Castelo Branco e Autarquias locais, as quotas dos associados, e os donativos em dinheiro e/ou géneros, quer de particulares ou empresas.

Como receitas provenientes de donativos temos o exemplo deste invento promovido pelo “Projecto Mão na Mão”.




Fundão, 04 de Outubro de 2007