Descrição - botão rosa com missangas aplicadasPreço de licitação: 6 euros
Artesã: Sónia Matos
Blog: www.mimosmeus.blogspot.com
Todos os meses as nossas mãos dão a mão a uma instituição. Este espaço está reservado apenas para a Caracterização das Instituições de Solidariedade Social e para o respectivo Leilão.
Descrição - botão rosa com missangas aplicadas
Descrição: feita com meia, enchimento, lã e decorada com peças de biscuit e plastico.
Descrição: Fio em Fimo branco, preto e vermelho, com contas metálicas e de madeira.
Descrição: anel de metal, contas de vidro baço na cor rosa pastel, pérolas em rosa pastel sintéticas e pintadas à mão e pérolas de vidro na cor toupeira.
Descrição - fio de camurça nas cores verde lima e laranja, pendente de vidro de murano nas mesmas 2 cores, fecho de metal prateado; cerca de 45cm.
Descrição: bolsa em feltro cor de laranja; medidas 26x19cm
Descrição: feito em papel de jornal; 24cm x 28cm
Descrição: em barro; cor-de-rosa
Descrição: em barro; verde
Descrição: Guarda-jóias em pintura acrílica com imitação de renda.Em 1893 o nosso país atravessava uma grave crise económica e financeira que agravou a miséria de algumas famílias da cidade de Lisboa. A polícia começou a encontrar nas ruas da cidade crianças, sem família, que vagueavam sem ter onde se abrigar. Essas crianças eram levadas para o Governo Civil, pois a polícia não tinha meios, nem sabia que destino dar-lhes. Alexandre Morgado, chefe da Polícia Administrativa era o encarregado destes casos, mas sentia-se impotente para resolver tais situações.
Em Janeiro de 1897 foi entregue às autoridades uma criança de 9 anos de idade chamada Maria Clotilde que, abandonada pela mãe, vagueou pela cidade durante a noite. Deparando-se com esta situação e tendo conhecimento que o agente Joaquim Augusto de Andrade acolhia 20 crianças em situação idêntica na sua modesta residência, que transformou em asilo, o Coronel Morais Sarmento, comandante geral da Polícia, enveredou esforços para que se criasse imediatamente um Albergue. Nasceu assim esta Instituição, com o nome de “Albergue das Creanças Abandonadas”, mercê do esforço e empenho de todos quantos se preocuparam em resolver um problema até então sem solução adequada na nossa cidade.
Mobilizando os jornais da capital, O Século e Diário de Notícias, abriu-se então uma campanha sobre a epígrafe “Creanças Abandonadas”.
D. João D’Alarcão, Governador Civil de Lisboa em 1897, cedeu ao “Albergue das Creanças Abandonadas” uma parte das quotas da Academia de Bilhar. O Conde de S. Marçal, fundador do Diário de Notícias, deixou em testamento um legado com uma avultada quantia. Foi com estas verbas que a primeira Direcção conseguiu pagar as dívidas e proceder à compra e realização de obras para arranjos e adaptação do edifício.
Com o 25 de Abril de 1974 novos conceitos de ordem social foram estabelecidos.
Tendo em conta este contexto, o nome “Albergue das Crianças Abandonadas” foi substituído pela designação actual de “Centro de Promoção Juvenil”.
A cerimónia oficial de inauguração do “Albergue das Creanças Abandonadas” teve lugar “aos quinze dias do mez de Maio do anno do nascimento de Nosso Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e noventa e sete, n’esta cidade de Lisboa na rua de Stº Amaro 40, freguesia de Stª Isabel, na presença de Sua Majestade El Rei D. Carlos I, suas Majestades as Rainhas D. Maria Amélia d’Orleans e D. Maria Pia de Saboya, sua Alteza o Principe Real D. Luís Filipe, presidente honorário desta Associação, suas Altezas, os Sereníssimos Infantes D. Manuel e D Afonso Henriques, Duque do Porto...” (1)
(1) Extracto da acta inaugural do “ Albergue das Creanças Abandonadas”.
O que é hoje o CENTRO DE PROMOÇÃO JUVENIL (CPJ).
O Centro de Promoção Juvenil é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, regida pelos seus estatutos e seus órgãos hierárquicos. Vive dos fundos provenientes das quotas dos seus 406 sócios, de legados oferecidos por beneméritos e de subsídios provenientes do acordo com o Centro Distrital da Segurança Social.
Crianças e jovens do sexo feminino a partir dos 5 anos de idade que se encontrem em situação de risco, encaminhadas por diversos serviços de apoio à infância.
Neste momento o CPJ acolhe 45 meninas em regime de internato.
Criar um projecto de vida para cada uma das crianças que vise, em primeiro lugar, a reinserção das jovens na sua família de origem ou alargada. Em segundo lugar procura-se uma família de adopção. Na possibilidade de nenhuma destas soluções ser viável, promovem-se os meios adequados de inserção na sociedade, educando-as e proporcionando-lhes actividades que se enquadrem nas suas necessidades e desejos, para que o seu desenvolvimento integral decorra duma forma equilibrada.
Considera-se importante o estabelecimento de parcerias com outras Instituições, no sentido de permitir intercâmbios de experiências e de necessidades, o que se julga determinante para que a Instituição seja parte actuante de uma comunidade solidária e activa.





Descrição: medidas 8x15cm
Preço-base: €4,00
Artesão: Kraviez
Blog: não tem (mais informações contactar www.recilcarte.blogspot.com)
Descrição: feito de rolha de garrafa; medidas 6x6cm.
Preço-base: € 4,00
Artesão: Kriavez
Blog: não tem (mais informações contactar www.recilcarte.blogspot.com)


Descrição: pintura em acrílico (poderá optar por quadro menino ou menina); medidas 25x30cm.
Preço-base: €6,00
Artesã: Ana Melo
Blog: www.artedaluluzinha.blogspot.com

Descrição: com contas sintéticas em tons de roxo e rosa e com pendentes de metal vários.
Preço-base: €7,00
Artesã: Sandra
Site: www.valedascontas.com



Cozinha Social
Na Cozinha Social são servidos, diariamente, 40 a 60 almoços e 30 a 40 jantares. Para além destas refeições, fornecem mais 20 a 25 almoços e 10 jantares ao Centro de Acolhimento da Cáritas Diocesana, destinados aos sem-abrigo.
Os habituais frequentadores da Cozinha Social são pessoas carentes: desempregados, famílias de fracos recursos, gente de ordenados baixíssimos, toxicodependentes, alcoólicos e outros doentes, passantes, imigrantes e para quem as Florinhas do Vouga são uma mão amiga, ao nível da saúde, da higiene e da alimentação.
(adapt. Jornal Solidariedade)
Descrição: feita com missangas de madeira, borracha, lã, fio metálico; aproximadamente 10cm de diâmetro.
Descrição: colar com contas de Fimo e missangas e com flores de arame. Aproximadamente 100cm de comprimento.
Descrição: tela 30cmx40cm; pintura em acrílico (o nome pintado na tela pode ser alterado, de acordo com a preferência de quem o licitar)
Descrição: Flor em crochet em tons de verde e laranja, com aplicações de feltro e fitas acetinadas das mesmas cores. Botão de metal e fio de algodão laranja. Diâmetro da flor: 5cm
Descrição: Alfinete de metal e contas de metal

Descrição: metal, missangas e fita organza
Descrição: metal, missangas e fita organza
Descrição: metal, missangas e fita organza
Descrição: metal, missangas e fita organza
Descrição: metal, missangas e fita organza1. Lar de Crianças e Jovens/45 Utentes
1.1. Caracterização da População
As crianças e jovens que são utentes desta valência, são colocados em regime de internato, devido à situação de risco e muitas vezes de perigo a que estão sujeitas quando se encontram aos cuidados das suas famílias. As Comissões de Protecção de Crianças e Jovens e os Tribunais são as entidades que colocam aqui as crianças e jovens como último recurso e medida a aplicar.
As famílias destes utentes apresentam problemáticas muito graves e complexas, dando origem a situações de grande disfuncionalidade ao nível do funcionamento familiar, negligenciando os cuidados e acompanhamento dos menores.
Devido ao contexto familiar destas crianças e jovens, quando são admitidos, apresentam graves problemas a nível emocional, afectivo e, consequentemente, comportamental, que revelam todo um conjunto de vivências e experiências que notoriamente não foram positivas.
A falta de competências pessoais e sociais, a baixa auto-estima, a falta de valorização pessoal, a desmotivação e dificuldades para as aprendizagens, bem como a ausência de regras e de figuras de referência, são alguns dos indicadores que nos levam a ter um trabalho, que consiste quase num "recomeçar" de novo todas as aprendizagens e competências a transmitir a estas crianças e jovens.
1.2. Funcionamento
O Lar de Crianças e Jovens "Casa dos Rapazes do Barreiro" destina-se a acolher 45 rapazes com idades compreendidas, actualmente, entre os 6 e os 23 anos.
Funciona ininterruptamente, ou seja, 24 horas diárias, não fechando aos fins-de-semana, feriados nem nas férias escolares.
2. Centro de Apoio Preventivo de Crianças e Jovens em Situação de Risco/14 Utentes
2.1. Caracterização da População
Esta valência apoia e acompanha, em regime de semi-internato, 14 crianças e jovens de ambos os sexos, com idades entre os 5 e os 16 anos residentes no Concelho do Barreiro.
São utentes que se encontram numa situação de desprotecção a nível social e familiar, face à auseência de um modelo de referência presente e acompanhamento parental, muitas vezes devido aos horários (atípicos) laborais dos pais.
Esta valência previne muitas situações de risco grave e de comportamentos desviantes de crianças que por falta de suporte familiar durante o dia e por falta de recursos económicos das suas famílias para procederem ao pagamento de Amas ou equipamentos sociais, ficam entregues a si próprios, correndo sérios riscos.
2.2. Funcionamento
Uma vez que esta valência se destina a apoiar crianças e jovens que continuam a viver com os seus familiares, mas que numa atitude de prevenção passam o dia inteiro na instituição, apenas funciona nos dias úteis, para que no fim-de-semana se fortaleçam os laços afectivos e o acompanhamento das mesmas.
3. Serviços prestados a ambas as valências
No Lar implica que a Instituição tenha à guarda e aos seus cuidados estas crianças e jovens que, por estarem integrados no Lar, pressupõe-se que estavam em situação de risco ou perigo no seio dos seus familiares ou de quem cuidava deles. No Centro de Apoio Preventivo (semi-internato) a guarda não é condição para o acolhimento, mas poderá e deverá haver uma medida de protecção e promoção aplicada. Deste modo, é assegurada toda a responsabilidade ao nível das necessidades básicas, educativas, lúdicas e "parentais", com vista ao seu bem-estar e à construção de um projecto de vida, que lhes permita uma integração social e profissional adequada. Assim, são prestados os seguintes serviços:
O acompanhamento escolar é uma das áreas de intervenção com maior prioridade. Desde muito cedo, começa-se a acompanhar estas crianças de muito perto e em articulação estreita com as escolas, professores e educadores, no sentido de ter uma percepção das suas capacidades e dificuldades. A construção do projecto de vida de cada uma destas crianças é algo que se começa a delinear desde a sua admissão, sendo que a vertente escolar ou educativa é uma das variáveis a que se atribui maior importância.
Este acompanhamento tem, assim, vários objectivos:
- Conhecer as potencialidades e dificulades da criança ou do jovem, em termos das capacidades e motivações para as aprendizagens (avaliação psicológica; despiste nas consultas de desenvolvimento; terapias ocupacional, da fala, etc.)
- Colaborar com as escolas, no sentido de definir conjuntamente os planos e projectos educativos individualizados, através de estratégias e metodologias adequadas a cada uma das crianças, conforme as suas especificidades e necessidades (currículos adaptados, diferenciados; avaliação diferenciada; apoios educativos; apoios de ensino especial; integração em salas oficinais - recurso da comunidade; estágios de sensibilização ao mundo do trabalho, etc)
- Elaborar, conjuntamente com os professores, estratégias e instrumentos de avaliação e controle de comportamento (grelhas de comportamento; método do recado diário; etc.)
- Accionar, conjuntamente com as escolas, todos os mecanismos necessários para proporcionar às crianças e jovens um bem estar e motivação pela escola e aprendizagens, de forma a prevenir o insucesso, absentismo e abandono escolar, proporcionando, deste modo, a estes utentes a sua valorização pessoal e o aumento da sua auto-estima (estágios de sensibilização ao mundo do trabalho para crianças e adolescentes dos 12 aos 15 anos de idade que frequentam a escola, mas que apresentam problemas de desmotivação ou de aprendizagem).
Os jovens que têm 15 ou mais anos de idade (fora da escolaridade obrigatória) são integrados em Centros de Formação Profissional e saem da Escola, em Cursos Técnico-profissionais nas escolas ou em Centros de Formação Profissional, ficando com qualificação profissional e académica.
A estes jovens efectua-se com muita regularidade um acompanhamento personalizado em articulação com os responsáveis pelos cursos ou Formações.
Actualmente quatro jovens estão integrados no mercado de trabalho.
4. Actividades de Tempos Livres
Uma das áreas em que há uma maior preocupação em intervir é nas Actividades de Tempos Livres, de forma a ocupar as crianças e jovens nos períodos em que não têm escola, Formação ou trabalho.
Estas actividades são planificadas, organizadas e acompanhadas de forma a manter os objectivos pressupostos na intervenção da Instituição para com estas crianças e jovens.
- Proporcionar momentos de convívio entre os utentes, possibilitando assim a interacção uns com os outros;
- Fomentar o espírito e a coesão do Grupo;
- Promover espaços de criatividade com recurso às potencialidades e capacidades das crianças e jovens;
- Fomentar a valorização pessoal, o reconhecimento do grupo e elevar a auto-estima dos utentes;
- Intervir ao nível das competências pessoais e sociais das crianças e jovens.
As actividades estão divididas por grupos e por espaços:
É uma sala que se destina a crianças dos 5 aos 9 anos. Aqui desenvolvem várias actividades , tais como a pintura, a colagem, leitura e conto de histórias, teatro, televisão/DVD/música; conversas de tapete, etc. Estas actividades são planificadas e desenvolvidas por uma Animadora Sociocultural e por uma Auxiliar de Acção Educativa.
O Clube funciona numa sala e destina-se a adolescentes dos 10 aos 15 anos. A dinamizar as actividades estão um Animador Sociocultural e uma Auxiliar de Acção Educativa. O espaço tem várias actividades, tais como artes plásticas; informática; televisão/música, DVD e Playstation; leitura e jogos. Têm também vários animais de estimação (pássaros, tartaruga, hamsters, etc.), sendo o grupo a responsabilizar-se pela alimentação, higiene e outros cuidados com os mesmos.
A Instituição tem um protocolo com um jornal local ("O Jornal do Barreiro") em que este fornece gratuitamente 500 jornais semanalmente e os adolescentes com idades entre os 10 e os 15 anos, fazem a venda dos mesmos pela comunidade envolvente. O dinheiro da venda destes jornais é dividido ao meio pelos jovens e pelo Clube. Assim, os jovens ficam com algum dinheiro de bolso e o Clube tem um rendimento, podendo adquirir materiais ou efectuar saídas com os utentes.
Esta actividade desportiva destina-se a crianças e jovens com idades a partir dos 9 anos. É praticada no ginásio da Instituição e está formalizada na Federação Nacional de Lutas Amadoras, ou seja, este grupo, de cerca de 25 crianças e jovens, participa durante o ano nas provas e campeonatos por todo o país, organizados e calendarizados pela Federação.
Para além de ser uma actividade desportiva, traz também muitos benefícios para estes utentes, ao nível da sua valorização pessoal e auto-estima.
A Associação FANDAVIDA está formalizada e legalizada desde 04 de Agosto de 2004. É uma associação juvenil que tem a sede na Instituição e admite jovens a partir dos 15 anos de idade (está aberta à comunidade envolvente).
Antes da sua legalização, já funcionava há dois anos e tem-se vindo a verificar que tem sido muito positivo o trabalho que se tem vindo a fazer, na medida em que predomina uma forte coesão do grupo; uma boa e correcta interacção do mesmo; a valorização pessoal e o reconhecimento dos jovens têm sido também aspectos bastenate relevantes, bem como o enriquecimento pessoal, através da aprendizagem de novas áreas, de novas experiências, o que tem contribuído para o crescimento do grupo e das pessoas.
As actividades desenvolvidas caracterizam-se pela Animação de Rua e Artes Circenses e por passarem momentos de lazer em conjunto (cinema, teatro, restaurante, etc.)
O projecto Famílias Amigas (famílias da comunidade envolvente que se voluntariam para este projecto) consiste no acolhimento de crianças ou jovens do Lar que não têm suporte familiar aos fins-de-semana e férias escolares, de forma a proporcionar-lhes um ambiente familiar e a oportunidade de conhecerem e de vivenciarem experiências diferentes, gratificantes e que os valorizam.
5. Pessoal
6.Contactos
Av. Escola dos Fuzileiros Navais n.1 X
Santo André
2830-149 Barreiro
Tel.: 21 214 94 61/2/3/4/5
Fax.: 21 214 94 66
E-mail: csp.Santoandre@netvisao.pt

Descrição: flor em crochet rosa; com aplicações de feltro e missangas bordadas; fio de algodão em tons de rosa e verde.
Preço-base: €10,00
Artesã: Carla Moura
Blog: www.birrinha.blogspot.com

Descrição: com fio de algodão e Fimo castanho e cor-de-rosa
Preço-base: €4,50
Artesã: Liliana Mendes
Blog: www.lilibijoux.blogspot.com